O Movimento Maio Amarelo nasceu, em 2014, com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para efetivamente discutir o tema e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.

Motivação da Ação

A motivação para essa iniciativa não é novidade para a sociedade. A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo.

Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

A Cobli apoia o movimento “MAIO AMARELO”, e também quer mudar esse cenário!

“Queremos convidar todos os cidadãos, seja ele pedestre, condutor ou passageiro, a refletir sobre o tema e sobre a importância de adotar um comportamento mais seguro e responsável no trânsito. Juntos, podemos fazer o mês de maio ser o início da mudança que pode salvar 5 milhões de vidas, até 2020”, afirmou Parker Treacy, fundador da Cobli.

 

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