Imagine uma cidade que pode mudar dinamicamente os tempos dos semáforos dependendo de fatores como acidentes ou chuva, limites de velocidade alterados dependendo da situação do trânsito, pontos de ônibus inteligentes integrados com sistemas que monitoram todos os ônibus e linhas, além do tráfego da cidade, permitindo ao usuário escolher o melhor trajeto, ter conhecimento dos horários previstos de partida e chegada e visualizar a localização do ônibus.

O tempo que seria salvo e a eficiência que seria ganha pelos cidadãos iriam se tornar um diferencial competitivo, fazendo com que as cidades atraíssem investimentos, empregos e até turismo.

Com a perspectiva do alto crescimento populacional nas cidades para os próximos anos, aumentam também as preocupações com problemas relacionados à mobilidade urbana e, consequentemente, a busca por soluções e tecnologias que facilitem a vida das pessoas. É a partir dessa necessidade que o conceito de  “Cidades Inteligentes” fica cada vez mais em foco.

Uma “Cidade Inteligente” é aquela que utiliza sensores e análises de dados mais avançadas para tornar-se mais eficiente e menos burocrática em processos e serviços.

Para alcançar essa “eficiência”, as principais cidades do mundo já estão investindo em tecnologias de comunicação como a “Internet das Coisas” (IoT, na sigla em inglês). A expressão é usada para definir toda rede de objetos conectados à internet e capazes de trocar informações entre si sem intervenção humana.

Exemplos dessas conexões, são as diversas soluções que surgiram nos últimos anos voltados à mobilidade, como os sistemas inteligentes de transporte (ITS) que vêm já contribuindo e ainda podem melhorar consideravelmente a eficiência e a segurança no trânsito.

Segundo a IDC, no Brasil, a chamada IoT, movimentará US$ 7 bilhões no país, 71% a mais do que no ano de 2015. A consultoria prevê ainda que o número de “coisas” conectadas deve chegar a 400 milhões em 2020. Atualmente são 140 milhões.

No caso das empresas com frotas, o uso desse tipo de conectividade já é uma realidade. Um exemplo é a solução desenvolvida pela Cobli e implantada em prefeituras. Os gestores do sistema de transporte recebem informações em tempo real para embasar suas tomadas de decisões.

Outras empresas de logísticas também já fazem uso desse tipo de tecnologia e podem acompanhar sua frota e disponibilizar ao seu cliente informações para o acompanhamento das entregas e serviços. Esses tipos de aplicações, como a da Cobli, são capazes de informar ao usuário qual a melhor rota, levando em consideração o menor tempo de deslocamento, a menor quilometragem rodada e o menor gasto com combustível.

Cada vez mais conectado à tecnologias o segmento de gestão de frotas vem conseguindo aumentar a eficiência e reduzir custos de operação.

Nas cidades isso não será diferente. Com a possibilidade de tudo estar conectado, novos projetos voltados para cidades inteligentes ganham um espaço cada vez maior e podem trazer além de ganhos para o governo, benefícios para as pessoas. A interação de sistemas, principalmente em áreas relacionadas à mobilidade urbana, permitirá maior comodidade, segurança, redução de custos e de recursos naturais.

 

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