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De uma tecnologia cara para um produto acessível. De um serviço monopolizado por algumas poucas empresas para um setor da economia que cresce mais a cada ano. De empresas que vendem rastreadores a companhias que oferecem uma plataforma completa que vai muito além da simples localização da frota. Esses são os destaques da evolução do rastreamento veicular nos últimos 20 anos.

Quer saber mais sobre essa história? Acompanhe a seguir:

Cenário mundial do rastreamento veicular

rastreamento 20 anos 1024x440 - O rastreamento veicular nos últimos 20 anosEntre as décadas de 1980 e 1990, duas grandes evoluções tecnológicas deram os passos necessários para que os sistemas de telemática de frotas pudessem trilhar seu caminho. O primeiro foi a produção do computador pessoal, que permitiu que empresas de todos os tamanhos (e não ligadas ao governo) também usassem essa tecnologia.

Depois, veio o acesso à internet. Com isso, os programas de gerenciamento de frota em computadores tornam-se habilitados para a web, numa rede de conexão próspera e prática. Gerentes de frota e motoristas passam, então, a compartilhar dados entre si usando portais online.

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Graças a essa combinação de fatores, em 1997, surge o primeiro sistema de gerenciamento de frotas baseado na internet, chamado PHH InterActive. Na mesma década, a General Electric criou o c, uma espécie de software de gerenciamento de frotas que permitia às equipes de gerenciamento executar relatórios usando dados da frota.

Brasil

satelite rastreamento 1024x440 - O rastreamento veicular nos últimos 20 anosPor aqui, o rastreamento de frotas só se inicia em 1994. Mas, como a transmissão era feita via satélite, o serviço ainda era muito caro. Só dez anos depois, já no início dos anos 2000, quando o celular passa a se popularizar (trazendo consigo a tecnologia de localização digital por TDMA – sigla em inglês para Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo), a oferta começa a baratear.

Nos anos seguintes, a tecnologia do celular evolui rapidamente e o TDMA dá espaço para o GSM (Sistema Global para Comunicações Móveis) e CDMA (Acesso Múltiplo por Divisão de Código), sistemas cada vez mais certeiros. Ao mesmo tempo, a cobertura de sinal nas estradas se amplia, derrubando ainda mais os custos do rastreamento.

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O mercado passa a se aquecer: em 1998, 1,2% da frota de caminhões no Brasil é rastreada. Em 2018, o número sobe para 20%.

Ao infinito e além

O desenvolvimento de tecnologias cada vez mais abrangentes permite um rastreamento mais e mais preciso e a geração de dados que se mostram indispensáveis para o bom gerenciamento de um negócio.

Essa movimentação constante impacta diretamente os bons resultados, tanto para as empresas que oferecem esse serviço quanto para quem contrata. O mercado de rastreamento de veículos segue de vento em popa. Ou melhor, sempre adiante.

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