Você pretende usar o conteúdo abaixo para
Agradecemos sua resposta!

Tempo de leitura: 9 minutos

Acredite: é possível vender mais — mesmo durante a pandemia. Você só precisa de algumas dicas. 

Não, não esquecemos que a quarentena desestabilizou a economia brasileira e mundial.

O planeta saiu dos trilhos, a gente sabe. Mas eis que justamente desse caos pandêmico, surgiram algumas boas sacadas que podem ajudar o seu negócio. 

Para alguns, inclusive, a quarentena acabou se tornando um empurrão para uma entrada definitiva no mundo digital e de delivery. 

Outros que já estavam inseridos nesse contexto, conseguiram aperfeiçoar ainda mais os mecanismos.

O próprio Jeff Bezos, empreendedor dono da Amazon e que se tornou o homem mais rico do mundo, já tocou neste assunto. “Restrições e escassez levam à inovação. Afinal, uma das únicas maneiras de sair de uma caixa apertada é criar a sua saída”, cravou.

É difícil pensar em um caixote mais apertado que esse do covid-19, mas a boa notícia é que algumas boas saídas já foram desenhadas. Você só precisa segui-las. Tudo pronto? Então vamos lá: 

Entenda qual as redes que seu público está

O conselho mais fácil que você pode receber é: crie redes sociais para seu negócio. E ele não está errado. Pelo menos não totalmente errado. 

Mas a verdade é que hoje temos à mão um punhado de plataformas: Instagram, Facebook, Twitter, TikTok, LinkedIn… E elas são incríveis — mas provavelmente você não precisa de todas. 

É muito importante você entender onde o seu público está.

Ele é um pouco mais velho? Então tem mais chances de estar no Facebook do que no Instagram. Ele é empresarial? Então o LinkedIn é o lugar certo. 

Você pode descobrir onde agir conversando com clientes, ou perguntando para amigos que têm o perfil de compra que você está buscando.

Onde eles se informam, se divertem ou clicam em anúncios de compra? Com isso em mente, mire.

Estar em mais lugares do que você precisa, vai te custar tempo de gerenciamento desnecessário, dinheiro com equipe e ações que não fazem sentido para sua empresa. 

Crie perfis comerciais 

As pessoas (e os algoritmos) por trás das redes já entenderam que as plataformas não servem só para postagem de foto de cachorro. Ela é uma fonte importante de renda para empresas. 

Por isso mesmo todas já criaram configurações específicas  para quem quer um usuário de pessoa jurídica — e elas diferem um pouco das de pessoas físicas. 

Em geral, esses perfis possuem a mão algumas ferramentas que as @s dos meros mortais geralmente não possuem. Principalmente em relação à métrica.

No Instagram, por exemplo, a conta comercial consegue ver quantos por cento de seus seguidores são homens, quantos são mulheres, qual é o horário que eles costumam usar o aplicativo, e de que cidade eles são. Informações importantíssimas para que você crie estratégias. 

Como fazer essas contas? Varia de rede para rede.No Instagram, por exemplo, basta seguir este passo a passo. No Facebook você consegue isso ao criar uma página. No LinkedIn também.

Coloque anúncios no seu orçamento

Sim, a gente sabe que é linda aquela história do microempreendedor que, de repente, com um só post, explodiu na internet e começou a faturar milhões. 

Mas essa história é tão bela quanto rara. 

Na grande maioria dos casos, o crescimento nas redes é um mais lento que isso. E gastar um pouco de dinheiro pode te ajudar bastante a acelerar esse processo. 

A grande vantagem dos anúncios nas redes é que eles podem ser incrivelmente específicos.

Você vende roupas femininas, mas só entrega em São Paulo? Sem problemas. Dá para fazer com que só paulistanas assistam à sua propaganda.

Tem um negócio de alimentos em Salvador? Limite as propagandas aos soteropolitanos. Vai te ajudar a poupar tempo e dinheiro. 

Dicas para vender mais usando marketplace

Mas lembre-se de que é necessário uma estratégia e planejamento 

De novo, não caia no conto de que a internet é orgânica e se resolve sozinha.

Assim como qualquer outra área da sua empresa, é necessário um planejamento a longo prazo. 

Defina o modo com que você quer falar com seus clientes: é mais formal ou mais brincalhão?

E o tipo de postagens que você fará: promoções? Bastidores? Os dois?

Tudo é válido, mas tente entender o que seu cliente quer encontrar nas suas redes.

E invista em um visual legal. Vale a pena conversar com um designer, ou pelo menos pesquisar um pouco sobre o assunto. Encare suas redes como a fachada da sua loja. Ela não pode ser feia.  

Veja como as marcas que você admira estão fazendo, estude seus concorrentes. 

Programe-se. De preferência, antes mesmo de fazer a primeira postagem. 

Entenda os Marketplaces que já existem

Em 2020, felizmente, você não precisa exatamente criar um e commerce do zero. Existem várias opções já prontas para você. 

“A gente tem, por exemplo, a Magazine Luiza ou a  Americanas, que são grandes shoppings online que permitem que você instale sua loja ali.”, afirma Ivan tonet analista da Sebrae, durante o curso Como vender pela internet na crise do coronavírus, realizado pelo Serviço. 

“Outros marketplaces são nichados para serviços, como o iFood, o Booking ou o GetNinjas, que reúnem compradores e vendedores de determinados perfis”. completa. 

Aí o importante é entender os prós e os contras de utilizar esse tipo de serviço.

Arrancando o band-aid de uma vez e começando pela parte ruim: geralmente esses marketplaces ganham dinheiro pegando uma fatia do seu lucro, uma porcentagem das suas vendas vai para o bolso deles. 

O lado bom é que você ganha em divulgação. Quem está com fome pode entrar no iFood sem ter uma escolha definida. Talvez encontre você, goste e compre — um cliente que talvez você nunca alcançaria de outro modo. 

Coloque no papel e veja se a porcentagem vale a pena.

Invista no delivery

Com a pandemia, quem pode se proteger, tende a fazer a quarentena. Isso significa que, menos pessoas estão colocando o pé na rua para fazer compras.

Fazer com que seu produto chegue ao cliente sem que ele tenha que sair de casa, então, é um trunfo quase que indispensável. 

Há algumas maneiras de ter um delivery eficiente.

A primeira, mais limitada, é justamente utilizando ferramentas dadas pelos marketplaces onde você hospedou seus produtos. É o entregador do iFood, oferecido pelo próprio app. 

A segunda, com mais liberdade, é ter uma frota própria. 

Empresas maiores já costumam ter motoristas para chamar de seus, mas isso por si só não resolve o problema do delivery. É muito importante que essa entrega seja devidamente planejada e organizada. 

Uma das formas mais eficientes de administrar os carros e entregas com maestria, é utilizando sistemas de rastreamento e roteirização como os da Cobli.

Em outros textos aqui do blog, já explicamos mais detalhadamente como o serviço de roteirização funciona.

Mas, relembramos o básico aqui para você sentir um gostinho dessa praticidade: a Cobli organiza a ordem das entregas, para que você poupe tempo, gasolina e dinheiro. 

De quebra, ainda te mostra se seu motorista está, de fato, seguindo o planejado, ou se decidiu dar uma voltinha no meio do expediente. 

Dicas para vender mais com delivery

Lembre-se: contato humano não precisa de… contato

Pense no seu restaurante favorito.

Provavelmente ele envolve mais do que só a comida. Dá para arriscar que o garçom é extremamente simpático, a atendente está sempre sorrindo e a ambientação é mega agradável.

Tudo isso te pega de algum jeito… mesmo quando a comida dá uma derrapada ou outra.

Pois bem, no mundo em que vivemos hoje, dá para esquecer o tal restaurante. Você, no máximo, receberá um isopor com a refeição. Um pouco frustrante né? 

Tente, então, tornar a experiência como um todo mais humana — mas sem manter o contato físico. 

Escreva bilhetinhos para os clientes, se comunique com eles pelas redes sociais. Se a frota for sua, realize um treinamento para que as entregas sejam o mais simpáticas possíveis. 

Marcas como o Nubank fizeram fama assim: com um grupo de atendimento ao cliente que se mostrava solícito e interessado.

O resultado? Viralizações a fio, constantemente com ações de atendentes ganhando a simpatia de milhões de internautas. 

Seja transparente

Seu cliente sabe o que está acontecendo: uma pandemia tomou conta do mundo. Então não tente ignorar o covid nas suas comunicações. 

Use as redes para mostrar os desafios que sua empresa está enfrentando — e como estão superando-os. Isso gera identificação entre você e o cliente.

E não duvide: se ele tiver que escolher entre uma marca que lhe traz emoção e outra que segue apática, a compra vai para a primeira opção. 

Conclusão

Dá sim para manter, ou até alavancar, suas vendas durante a quarentena.

Entenda seu público e como ele se comporta nas redes, tente fazer com que você seja tão forte digitalmente quanto é offline. 

Pesquise preços, taxas, métodos de delivery e venda digital. Use serviços como da Cobli, para organizá-los de forma ainda mais prática. 

E seja claro com seu cliente. Se estiverem alinhados, será mais fácil para todo mundo. 

Até porque, se o corona é essa caixinha apertada em que o mundo se meteu, ele também está preso nela. E juntos, com certeza, será mais fácil criar uma saída nova.

Esta publicação te ajudou? Confira essa e outras explicações sobre questões de logística e gestão de frota em nosso blog.

Monitoramento de frota - Coronavírus: dicas para vender mais durante a pandemia (e depois)
Fale com nossos especialistas!

Estamos disponíveis para tirar dúvidas e demostrar o sistema de rastreamento e monitoramento de frotas da Cobli em ação.

Teste grátis

2 Comentários

  1. Conteúdo super necessário, não só pelo momento, mas pra vida rs!
    Tenho uma loja de artigos para presente e comecei a dar mais atenção ao online com a pandemia, sabia que era uma estratégia muito valida e me surpreendi em como isso pode dar certo. Mesmo depois da pandemia continuarei investindo. Hoje estou mais presente nas redes sociais, tenho um contato melhor com os meus clientes e expandi o mercado. É como vocês falaram, precisamos começar com pouco para os anúncios e mesmo assim os resultados aparecem. Recomendo para quem tem um negócio seguir essa estratégia.

    • Nina Finco Responder

      Graziely, que legal! Ficamos muito felizes que seu negócio esteja dando certo!

Escreva um Comentário