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Como contratar mecânico: o que um bom profissional precisa ter

Quem tem carro ou trabalha com veículo próprio sabe como é importante contratar um bom mecânico.

Afinal de contas, um mecânico parceiro é como um médico da família: confiável, sabe o que está fazendo e ajuda a evitar problemas maiores lá na frente.

Infelizmente, nem sempre é possível contar com um profissional desses – seja por alguma mudança de operação ou porque você está buscando um mecânico para sua frota.

É por isso que neste texto, vamos falar sobre algumas técnicas e dicas sobre como contratar um mecânico.

Vamos entender por que um mecânico de confiança é importante no dia a dia de uma frota, considerando custos, prazos, confiabilidade e outros aspectos diferentes.

Vamos ainda falar sobre as vantagens e desvantagens de ter um profissional dedicado ou uma oficina parceira para ajudar sua frota com consertos de todo tipo.

Por que é preciso ter um bom mecânico?

Para quem tem um carro de passeio, o veículo costuma ser um dos bens mais valiosos de uma pessoa.

Já para quem utiliza o carro a trabalho ou tem uma frota de caminhões, os veículos costumam ser ativos importantíssimos para faturar.

Seja como for, um veículo é um bem que precisa ser cuidado – afinal de contas, ele não é descartável e não será trocado constantemente.

Como qualquer outro equipamento, é importante fazer acompanhamento e boas manutenções preditivas e preventivas – coisa que só um bom mecânico pode fazer.

Além de ajudar a estender a vida útil do veículo e economizar, uma boa manutenção passa tranquilidade para o motorista.

Para isso, é importante entender algumas coisas – como o fato de que nem todo mecânico é especialista em tudo; quem manja muito de motor pode não saber nada sobre suspensões.

Há ainda mecânicos especializados em determinadas marcas, e isso pode valer tanto para profissionais a serem contratados quanto para oficinas inteiras.

O que compensa mais: ter um mecânico na empresa ou ter uma oficina parceira?

Essa é uma pergunta que muitos gestores de frota se fazem – e entender vantagens e desvantagens de cada uma das alternativas pode afetar bem a operação da sua empresa.

O primeiro passo a entender é o custo: ter um profissional na sua frota é assumir um custo fixo, enquanto recorrer a uma oficina mecânica toda hora pode trazer gastos imprevisíveis ao seu orçamento.

Outra questão é a disponibilidade: um mecânico de frota pode trabalhar em horários que os veículos estão parados, enquanto a oficina costuma atender apenas no período comercial.

Além disso, é importante pensar sobre as especialidades: um mecânico de frota estará pronto para lidar com todos consertos possíveis ou será preciso recorrer a parceiros?

Por outro lado, ter um mecânico ao seu lado pode ser útil para rotinas como manutenções preventivas e até mesmo na hora de avaliar orçamentos de oficinas.

Não à toa, muitas empresas acabam optando por um modelo híbrido, com profissionais internos e oficinas parceiras – nos próximos parágrafos, falaremos mais sobre como contratar cada um deles.

O que é importante é pensar nas necessidades da sua frota.

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Saber como contratar mecânico é algo que pode dar muita confiança para operação da sua frota.

Como saber quando recorrer a um mecânico?

Há diferentes momentos em que é importante recorrer a um mecânico.

Normalmente, isso começa quando o motorista começa a detectar algum problema no veículo ou quando se atinge uma determinada marca de idade ou quilometragem.

Se você já ouviu falar dos tipos de manutenção, saberá que o primeiro caso se refere a uma manutenção corretiva, enquanto o segundo pode ser uma manutenção preventiva.

De qualquer forma, vamos listar aqui os tipos de manutenção existentes.

Manutenção preventiva

Também chamada de manutenção programada, a manutenção preventiva tem como objetivo diminuir a probabilidade de falhas futuras, tentando evitar o surgimento de problemas.

Ela é periódica, seguindo prazos determinados para vistorias.

Manutenção corretiva

Se um equipamento, máquina ou veículo tem falhas, é preciso buscar a correção desse problema – muitas vezes, até porque ele impede o uso do equipamento.

Normalmente, a manutenção corretiva é uma opção mais custosa, porque acontece após a quebra de um equipamento e também porque reduz os níveis de produtividade e eficiência.

É importante, porém, realizar uma vistoria prévia antes de fazer uma manutenção corretiva – da mesma forma que se faz um exame quando se está doente.

Assim, é possível entender qual é o problema exato no veículo, bem como diagnosticar como ele poderá ser resolvido (e, principalmente, o custo disso).

Uma boa oficina parceira não se importará de fazer uma vistoria antes de começar o serviço – mas caso ela se negue, preste atenção e procure outro estabelecimento.

Manutenção preditiva

Bastante parecida com a manutenção preventiva, a preditiva usa um método diferente para prever falhas.

Em vez de acompanhar os equipamentos por um prazo, ela olha para os resultados e dados de desempenho de um equipamento – se ele começa a render abaixo do esperado, está na hora de fazer a manutenção.

Muitas vezes, esse tipo de manutenção utiliza sensores, rastreadores e até sinais físicos para saber se é necessária.

Além disso, é válido explicitar que na manutenção preditiva, o equipamento é sempre monitorado – se for um veículo, provavelmente ele usará telemetria veicular.

Como contratar bons mecânicos para uma frota?

Se você decidiu contratar um mecânico para sua frota, existem diversos atributos para os quais você deve ficar atento.

A seguir, vamos fazer uma lista de dicas para te ajudar:

  • Verifique se o mecânico é proativo e se dispõe a resolver problemas;
  • Cheque a experiência do profissional;
  • Teste os conhecimentos do mecânico em uma avaliação ou prova;
  • Invista na formação do profissional, oferecendo cursos;
  • Ofereça um salário e benefícios competitivos para o mercado;
  • Procure profissionais que tenham capacidade de analisar o veículo de forma profunda;
  • Busque referências anteriores do profissional em outras empresas;
  • Se estiver em dúvidas, combine um período de experiência com o mecânico;
  • Alinhe os objetivos do mecânico com as propostas e valores da empresa.

Se você seguir esses passos, provavelmente estará no caminho certo para contratar um bom profissional.

Como escolher uma boa oficina parceira para a sua frota?

Escolher uma boa oficina parceira para a sua frota também é uma atividade que envolve vários macetes – felizmente, nós podemos te ajudar com inúmeras dicas. Vamos a elas?

Fique de olho em selos de qualidade

À primeira vista, é difícil distinguir uma boa e uma má oficina – às vezes, só dá para saber depois que um serviço foi prestado.

Mas não precisa ser assim: uma boa ideia pode ser prestar atenção em selos de qualidade e catálogos de confiança.

Se você está no Estado de São Paulo, uma dica é usar o catálogo do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa), que garante a qualidade dos serviços em oficinas credenciadas.

Outro selo de qualidade comum é o do Instituto de Qualidade Automotiva (IQA), que certifica locais com nível de excelência nos serviços de manutenção.

Essa fiscalização busca entender, por exemplo, quais são as peças que uma oficina utiliza em consertos, sua origem e se elas estão adequadas ao reparo de um veículo.

Peça indicações e orçamentos

Se não for suficiente utilizar selos de qualidade, pedir indicações é uma boa forma de achar uma boa oficina mecânica.

Vale buscar em diferentes fontes: motoristas, gestores de frota de outras empresas parceiras ou até mesmo na internet – às vezes, o Google pode ser seu melhor amigo.

Vale lembrar que a indicação é só um dos fatores a serem considerados ao optar por um mecânico, mas esse recurso não deve ser menosprezado.

Além disso, vale pedir orçamentos em diferentes estabelecimentos sempre que for possível, para entender se alguém está sendo econômico ou “careiro” demais.

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Procurar por indicações e selos de qualidade é uma boa forma de se contratar um mecânico.

Fuja da oficina sempre cheia

Muitas vezes, usamos a lotação de um estabelecimento como sinônimo de qualidade – por exemplo, ao escolher pelo restaurante mais lotado da rua se não conhecemos nenhum.

Mas no caso de uma oficina, achar uma que esteja cheia pode ser uma cilada.

É um sinal de que muitos trabalhos aparecem ali, mas os profissionais são desorganizados e que os prazos podem estar fora do controle. Fique atento!

Preste atenção aos detalhes

Também vale ficar atento aos detalhes: uma oficina com boa estética pode mostrar mais do que só beleza.

Uma oficina de boa aparência normalmente está bem organizada, com equipamentos confiáveis para ajudar os profissionais.

Por outro lado, oficinas mal arrumadas, com ferramentas jogadas e sem processos definidos, não só vão ter problemas para entregar um serviço de qualidade, como podem aumentar o problema com possíveis acidentes.

Procure saber sobre parcerias

Além dos selos de qualidade, vale a pena buscar por estabelecimentos mecânicos que tem parcerias com montadoras e fornecedores de peças.

Outra ideia é descobrir quem são as oficinas parceiras de empresas que são referência no seu setor ou região – se elas confiam que o local tem qualidade para elas, por que não teria para você?

Esteja sempre alerta

Mesmo com todos os fatores antes considerados, é importante estar alerta: às vezes, mesmo uma boa oficina acaba cometendo um deslize.

Para evitar atropelos ou problemas, é importante ficar atento com orçamentos, propostas e até mesmo as peças que forem utilizadas em reparos.

É uma tarefa que cabe ao gestor de frota, mas que pode ser delegada a um mecânico ou auxiliar, dependendo da estrutura da sua empresa.

Além disso, é importante pesquisar os custos dos serviços, para saber se você não está sendo ludibriado.

Esperamos que, ao terminar este texto, você saiba como contratar um bom mecânico.

Saiba ainda que você pode contar com a Cobli para te ajudar a entender mais sobre a revisão e manutenção do seu veículo e da sua frota.

Esta publicação te ajudou? Confira essa e outras explicações sobre questões de logística e gestão de frota no blog da Cobli.

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