Black November Cobli: Confira a promoção do melhor sistema de gestão de frotas!

Tempo de leitura: 8 minutos

Em algumas partes do Brasil, sinistro até pode ser um adjetivo positivo – mas no dicionário, é uma palavra que se refere a qualquer tipo evento inesperado, normalmente com consequências ruins.

Um acidente, uma batida, um furto ou um roubo de carga estão entre os principais tipos de sinistro que podem acontecer com um veículo. 

E o Brasil é um dos países em que mais sinistros acontecem: quando o assunto é roubo de carga, por exemplo, foram mais de 18 mil casos no ano passado, segundo dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC). 

Felizmente, há maneiras de lidar com esse problema. Uma das principais é a chamada gestão de sinistro. 

Trata-se de um conjunto de processos que podem ajudar sua empresa a reduzir o número de acidentes e aumentar a segurança quanto a furtos e roubos de carga. 

Normalmente, são processos implementados não só pela sua companhia, mas também com ajuda de seguradoras – também interessadas em evitar que problemas aconteçam, não é mesmo? 

Neste texto, você vai entender o que é gestão de sinistro, como esse processo funciona, para que ele serve e porque isso é importante para empresas que têm frotas. Vamos lá? 

O que é um sinistro? 

De acordo com o dicionário Caudas Aulete, “sinistro” é um substantivo masculino que pode significar: 

  • Desastre, acidente;
  • Grande prejuízo material;
  • Dano em qualquer bem segurado.

Em qualquer um dos significados, coisa boa não é – e é por isso que sua empresa deve ficar atenta para reduzir esse tipo de ocorrência. 

Como já vimos, sinistros são especialmente comuns na área de logística, de maneira que boa parte da gestão de sinistros vai se concentrar nessa área. 

O que é gestão de sinistro? 

Gestão de sinistro é toda e qualquer atividade que procure realizar uma das duas tarefas a seguir: 

  • Reduzir a chance de um sinistro acontecer;
  • Dar apoio a uma empresa caso um sinistro aconteça. 

Isso significa entender e gerenciar os riscos de problemas acontecerem.

Além de evitar gastos desnecessários, a gestão de sinistro também é uma boa aliada para gestores que querem entender como está estruturada sua empresa. 

Assim, é bastante comum que a gestão de sinistro acabe por gerar mudanças em processos dentro de uma companhia. 

Como funciona a gestão de sinistros? 

Como outras atividades de gestão, o primeiro passo para fazer uma boa gestão de sinistros é ter uma visão geral da sua empresa. 

Isso significa entender todas as atividades desempenhadas por ela e quais os riscos envolvidos. 

Um exemplo? Se sua empresa tem máquinas perigosas, é preciso entender o risco de acidentes que podem acontecer com os funcionários. 

Outro é entender se a empresa dispõe de bons recursos de segurança, caso haja alguma tentativa de invasão para roubo durante a noite

Depois de mapear os riscos, é preciso entender o que pode ser feito para mitigar esses riscos. 

Isto é, quais processos podem ser implementados para reduzir esses imprevistos. 

No caso da máquina perigosa, instruções a funcionários e o uso de equipamentos de segurança ajudam; no caso do roubo noturno, que tal contratar um segurança ou uma empresa de monitoramento? 

Por fim, a gestão de sinistros deve definir processos para lidar com os imprevistos caso eles ocorram. 

No caso de um acidente com funcionário, o processo deve incluir passos para levá-lo até um pronto-socorro, bem como protocolos de segurança e retomada na produção e até a indenização paga ao funcionário. 

Todas essas atividades podem ser realizadas pela sua empresa de forma independente, mas muitas companhias ligadas ao setor de seguros também oferecem esse tipo de serviço. 

Uma questão importante ligada a esse aspecto é o fato de que podem aparecer condições que atrapalhem o resgate de um seguro se determinadas condições não forem respeitadas na gestão do sinistro. 

Quer uma óbvia? Se o sinistro acontecer com um motorista com CNH vencida, a seguradora não tem obrigação de pagar o reembolso – logo, faz parte da gestão de sinistro também colocar em dia a situação dos documentos de toda a empresa. 

gestão de sinistros 02

Quais são as principais marcas do mercado? 

Há diversas marcas no mercado que realizam a gestão de sinistros junto com serviços de seguros. 

É o caso do Itaú e da Tokio Marine, por exemplo, mas é possível pesquisar com facilidade hoje para entender quais se adequam melhor à realidade da sua empresa e do seu orçamento. 

Uma boa forma de começar a pesquisar é conversar com a empresa que já faz o seguro da sua operação. 

Como fazer o controle e a gestão de sinistros de veículos? E como fazer isso dentro da sua frota? 

Cheio de especificidades, o setor de logística de uma empresa é um dos que mais merecem a atenção quanto ao controle e à gestão de sinistros. 

Além de fazer parte de uma parte importante da receita da empresa – os gastos com a área chegam a até 12% do faturamento, dependendo da empresa –, ele também está bastante sujeito a acidentes e crimes. 

Como já dissemos, o primeiro passo para fazer a gestão dos sinistros de veículos é mapear os riscos. 

Logo, é preciso entender coisas como:

  • Qual é o tamanho da frota? Os veículos precisam de manutenção?
  • Os motoristas estão bem instruídos sobre segurança e manutenção? E cumprem sua jornada de trabalho da forma correta? 
  • Quais são as rotas utilizadas pelos veículos? São as mais seguras e bem conservadas? 
  • A que horários os veículos trafegam? E quais são os pontos de parada? É possível trocar por horários mais seguros, preferindo viagens diurnas e não noturnas? 
  • Quais são os tipos de cargas levados pela empresa? Elas estão sendo transportadas da forma adequada e de acordo com a lei? 

De posse das respostas dessas perguntas, é bastante provável que você consiga visualizar os riscos que a sua empresa passa. 

Com isso, é possível traçar um plano para reduzir esses riscos e colocá-lo em prática. 

Além de mudar práticas, há uma série de tecnologias que podem ajudar a mitigar os problemas, incluindo boas práticas de roteirização, rastreamento veicular e controle de jornada dos motoristas. 

Essas tecnologias, além de ajudar na adoção de novas posturas, também permitem um melhor controle de que as práticas estão sendo efetivamente adotadas e seguidas. 

Por que vale a pena investir em gestão de sinistro? 

Segundo especialistas, se a gestão de sinistro fosse realizada por todas as empresas em diferentes ramos de atuação, até um terço dos problemas seriam evitados. 

Além de reduzir imprevistos e melhorar a eficiência das atividades, essa queda de imprevistos traria dois benefícios. 

Para as seguradoras, significaria uma economia maior, uma vez que não seria necessário arcar com tantos ressarcimentos e reembolsos. 

Uma economia para as seguradoras também reduziria o risco de se fazer um seguro, tornando o valor dos planos mais acessíveis para qualquer empresa. 

Por que isso é importante para transportadoras e empresas com frotas? 

Como já vimos, o setor de logística e transporte é uma parte muito importante das empresas. 

Além disso, é também um setor bastante sujeito a problemas – de acidentes de trânsito a roubos, passando por questões com os motoristas e até mesmo sujeito a intempéries e surpresas do tempo. 

Por conta disso, cuidar da gestão de sinistros no setor de transporte é uma tarefa importante para o sucesso da operação. 

O uso de uma ferramenta de roteirização, capaz de traçar as melhores rotas e horários para uma carga, por exemplo, pode ajudar a evitar estradas mal cuidadas ou perigosas. 

Assim, é possível evitar tanto o risco de assaltos como o de acidentes causados por pneus furados ou problemas na via. 

De quebra, o serviço de roteirização também é uma ótima ideia para quem deseja economizar tempo e gastar menos com combustível, por exemplo. 

Outro serviço que pode ajudar muito na gestão de sinistros é o de telemetria veicular, que pode indicar em tempo real o status de diversas partes de um veículo. 

É uma boa ferramenta para indicar que peças precisam de manutenção prévia, evitando riscos de acidentes desnecessários – o que é uma boa para a segurança, mas também para o custo da operação. 

Outra ferramenta útil é o serviço de rastreamento veicular, que pode acompanhar a localização do veículo em tempo real.

No caso de um furto ou roubo, o uso de um sistema como esses pode ajudar a empresa a ganhar instantes preciosos para recuperar a carga ou até mesmo informar as autoridades de que há um incidente acontecendo. 

São ferramentas disponíveis na plataforma da Cobli, que pode ajudar muito a sua empresa.

Fale com nossos especialistas!

Estamos disponíveis para tirar dúvidas e demostrar o sistema de rastreamento e monitoramento de frotas da Cobli em ação.

Teste grátis

Escreva um Comentário