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O Brasil é um dos países com a maior proporção de roubos de automóveis do mundo: em média, um veículo é tomado de seus donos por minuto no País. Para evitar esse tipo de incidente ou ter como recuperar o bem após o crime, muita gente tem instalado rastreadores. No entanto, a segurança não é o único motivo pelo qual pode ser bom ter um rastreador de carro. Nesse texto, você vai entender o que é esse aparelho, como funciona e que tipo de benefícios ele pode proporcionar ao usuário. 

O que é um rastreador de carro?

Um rastreador de carro é um dispositivo bem simples, mas com muitas funcionalidades. Ele é pequeno e discreto: cabe na palma da mão, é portátil e parece um pen-drive. Para se comunicar com o veículo e dele extrair dados, o rastreador utiliza uma tecnologia chamada On Board Diagnostic (OBD, na sigla em inglês, ou diagnóstico a bordo). É algo presente em todos os veículos fabricados no Brasil a partir de 2010, como obrigação por lei. 

Como funciona?

Para utilizar um rastreador de carro, é preciso plugá-lo na entrada OBD, cuja localização varia de veículo para veículo – pode ficar abaixo do volante ou dentro do porta-luvas, por exemplo. Para instalar um rastreador de carro, o usuário pode fazer o processo sozinho ou contar com a ajuda de um técnico especializado. O processo de configuração é simples e normalmente inclui uma volta no quarteirão, para ativar os sistemas de comunicação

Ao ser ligado, o rastreador pode enviar dados para uma central de comunicação sobre a localização do veículo com ajuda de alguns tipos de tecnologias. Modelos mais sofisticados também são capazes, por exemplo, de executar testes e monitorar gasto de combustível e óleo ou fiscalizar se é necessário fazer algum tipo de manutenção prévia nos componentes do veículo. O sinal do rastreador, depois de passar pela central, também pode ser enviado para um aplicativo de celular – que permite ao usuário saber onde e como seu veículo está a qualquer momento. 

Tecnologias

Há dois tipos de tecnologia de comunicação para rastreadores de carro. O mais popular deles é que usa o GPS (Sistema de Posicionamento Global, na sigla em inglês): um sistema que transmite informações para satélites na órbita terrestre. Com a localização dos satélites previamente conhecida, a plataforma pode agregar informações para determinar onde o veículo está – e também pode ajudar a traçar rotas se o caminho é desconhecido. Há também a tecnologia de radiofrequência, que envia sinais para antenas de telefonia ou de rádio. Com uma triangulação das antenas e da intensidade do sinal, é possível descobrir onde o veículo está. O GPS traz maior precisão, mas pode falhar em áreas com muitas árvores ou em subsolos. 

Vale ainda dizer que um rastreador de carro tem pouco a ver com localizar veículos pela placa – esse é um serviço feito pelos Departamentos de Trânsito (Detran) estaduais. Por lei, só se pode obter informações sobre o veículo, mas não sobre seu proprietário. É uma questão de privacidade, afinal. 

Qual é o melhor rastreador para carro? E qual é a melhor empresa? 

As respostas para essas perguntas dependem da necessidade do usuário: se é uma consumidor comum, que busca apenas segurança, modelos mais simples de rastreador – aqueles que apenas registram a posição do veículo e podem emitir um alerta caso algo esteja fora do normal – podem dar conta do recado. 

No entanto, se há também a preocupação com a eficiência do veículo e a necessidade de realizar manutenções, modelos mais robustos fazem sentido. Para quem também está preocupado com a fiscalização de rotas e motoristas, para efeitos de jornada de trabalho, por exemplo, caso se trate de uma frota empresarial, vale a pena considerar rastreadores de carro que tenham ainda o serviço de monitoramento em tempo real, a partir de uma central especializada. 

Qual o preço de um rastreador de carro?

Na internet, é possível encontrar rastreadores de carros de todos os preços, indo de R$ 100 até o céu sendo o limite. Há ainda serviços que cobram mensalidades para o acompanhamento em tempo real dos veículos – algo que pode pesar no bolso do consumidor comum, mas ser bastante útil para empresas que usam carros de frotas, como equipes de vendas ou manutenção, por exemplo. 

Além disso, há os chamados “rastreadores de carros grátis”, oferecidos por seguradoras de carros. Na verdade, eles não são grátis, mas apenas tem seu custo embutido na franquia do seguro paga pelo cliente. Outra maneira comum de encontrar “rastreadores de carros grátis” pela internet é apenas uma denominação para produtos que não cobram mensalidade, mas apenas um custo fixo pelo aparelho.

Lembre-se: não existe almoço – ou rastreador de carro – grátis de fato. Mas, em algumas empresas, é possível realizar testes pilotos sem custo para entender como o serviço funciona e verificar sua funcionalidade para o dia a dia. Pode não ser o almoço, mas ao menos o cafezinho sai na faixa.

7 erros ao escolher um rastreador

1. Não pensar nos recursos necessários na hora de escolher a ferramenta

Escolher o equipamento mais barato, sem pensar no que você espera da ferramenta ou quais funcionalidades são fundamentais para o seu negócio, pode se tornar uma grande adversidade.

Por isso, antes de tomar a decisão, tente encontrar as respostas para as seguintes perguntas: para que você precisa de um rastreador de carro e quanto a sua empresa pode investir?

Imagine que o equipamento que você quer colocar no seu carro funciona como um celular novo que vem em um formato padrão. Nesse celular, você adiciona aplicativos que fazem sentido para você. Se a sua exigência é conversar com as pessoas com mais praticidade, por exemplo, você baixa aplicativos de mensagens instantâneas. Ou seja, você adapta o aparelho para deixá-lo ainda mais funcional para as suas necessidades.

Quando você decide colocar um dispositivo no seu veículo, é possível fazer o mesmo. A diferença é que a escolha das funções deve ser feita antes da entrega do equipamento, para que a empresa que vai fornecê-lo possa adequá-lo de acordo com seus gostos e necessidades.

Funções

Tanto com os dispositivos instalados quanto com os plugados, é possível extrair, além de dados de rastreamento (localização exata do veículo), informações referentes à telemetria, acelerômetro, identificação do motorista e controle de abertura de portas de baú (no caso de frotas voltadas para o transporte de carga).

Se a empresa quiser optar por um rastreador com bloqueador, é possível apenas escolher os equipamentos instalados. Isso ocorre porque os dispositivos plugados precisam ser ligados na porta OBD — sigla para On Board Diagnostics ou diagnóstico de bordo do veículo, em português (foto abaixo). Contudo, há uma limitação no funcionamento, pois não mandam informações para o carro, somente as extraem.

Prós e contras

Bloqueador

Prós: em caso de roubo, o veículo pode ser bloqueado remotamente pelo operador. Se o gestor perceber que o motorista está fazendo alguma coisa errada, também é possível bloquear o carro. O método de bloqueio é realizado de maneira segura: o sinal corta a conexão com a bomba de combustível ou a ignição. Dessa forma, evita-se paradas bruscas em meio ao trânsito com a redução progressiva da velocidade.

Contras: além de o veículo perder a garantia de fábrica, existem diversos problemas com os bloqueadores e suas instalações que podem acabar colocando em risco a vida de motoristas e demais ocupantes.

Identificador instalado do motorista

Prós: a identificação de quem está dirigindo o veículo contribui para a gestão da jornada de trabalho e para controlar as multas de trânsito.

Contras: salvo os que fazem isso eletronicamente, a maioria necessita de uma instalação extra, o que pode comprometer a garantia do veículo e ainda aumentar expressivamente as chances de pane elétrica. Além disso, para conseguir fazer a identificação, cada motorista deve ter seu próprio identificador, em forma de código pin ou cartão de acesso.

Para aumentar as chances de sucesso do identificador, é fundamental conscientizar a equipe sobre o seu caráter preventivo, e não punitivo. Porém, a instalação dessa função não é ideal, pois os registros podem ser adulterados caso o motorista compartilhe seu pin ou cartão com outra pessoa.

Esse tipo de dispositivo gera muitas controvérsias. Para disponibilizar ao mercado uma alternativa menos invasiva e mais segura, a Cobli, startup especializada em melhorar a gestão de frotas, criou uma solução que resolve esse tipo de problema.

Leitor do computador de bordo

Prós: realiza o envio de informações valiosas sobre o funcionamento do carro para a central de monitoramento. O consumo de combustível e o excesso de velocidade são indicadores que são registrados.

Contras: incompatibilidade com alguns veículos mais antigos. Algumas soluções podem ter preços elevados para que as adaptações necessárias sejam realizadas.

Sensor de abertura de portas

Prós: saber se houve abertura do baú do caminhão durante uma viagem ou identificar se há alguma porta aberta — tanto a do motorista como a do passageiro — é útil para o controle e para a segurança. Algumas soluções interligam isso com a ignição do veículo, ou seja, porta aberta significa carro desligado.

Contras: necessita de instalações extras e de um hardware que aceite essa interligação, ou seja, resulta em uma elevação do custo de aquisição.

2. Não avaliar o tempo de atualização das informações

O intervalo de envio das informações varia de uma empresa para outra. Por isso, esse é um ponto em que você deve prestar atenção antes de comprar ou contratar um serviço de rastreamento.

Existem empresas que operam com dois períodos distintos, um para quando o veículo está com a ignição ligada e outro que passa a valer quando a ignição está desligada. Em ambos os casos, quanto menor for o tempo necessário para atualizar a posição da frota, melhor será o nível de precisão.

Portanto, é necessário analisar se o tempo de atualização das informações e envio de mensagens está de acordo com as demandas da sua frota.

Gestão de frotas

Se a sua justificativa para obter informações é a otimização da gestão da frota, é recomendado que o sistema seja atualizado em um intervalo de envio menor do que 10 segundos. Um período de tempo maior que esse pode se tornar um obstáculo para a operação, pois não fornece dados suficientes para basear a tomada de decisão em caso de uma situação de urgência.

A falta de registros confiáveis também afeta a avaliação dos motoristas, pois não há resultados atualizados sobre o desempenho e comportamento ao volante. Além disso, os controles básicos requeridos de um sistema de rastreamento são comprometidos de maneira significativa.

Como resultado, não é possível apurar:

  • Se houve desvio na rota planejada;
  • O trajeto no qual o motorista se encontra atualmente;
  • Ocasiões em que foi possível observar acelerações e frenagens bruscas;
  • Incidências de ultrapassagem do limite de velocidade da via.

Esses são dados que fazem toda a diferença na hora de contabilizar os gastos relacionados ao combustível e à substituição de pneus que sofreram desgaste excessivo. Isso quer dizer que o estado de conservação do seu carro pode gerar a necessidade de realização de reparos e reposição de peças. Além disso, a consciência no trânsito durante o percurso é um aspecto prioritário para garantir a segurança dos seus motoristas e demais usuários ao redor.

Segurança

Se você está adquirindo um equipamento para rastrear o seu carro em caso de roubo, é possível escolher um rastreador de carro que dê as atualizações em minutos, já que, como a prioridade é segurança e não gestão, o usuário particular não requer um grande volume de informações.

Grau de precisão das informações

Um rastreador não deve apontar somente a localização de um veículo no mapa. O monitoramento geográfico deve ser completo, apresentando, assim, a cidade, a região e a rua onde o veículo está durante toda a rota. Além disso, deve ser capaz de determinar quando o motorista chegou ao seu destino e começou as atividades de carga e descarga.

Influência no custo

Na hora de escolher qual equipamento comprar ou qual empresa especializada contratar, é preciso responder a seguinte pergunta: Quero receber rapidamente uma informação de qualidade para passar para os meus clientes ou para tomar decisões dentro da minha empresa?

Mas saiba: o pulso, também chamado de intervalo de envio, em geral, não apresenta uma diferença no custo. Então, por que não escolher um equipamento que tenha um menor intervalo e ainda ofereça dados mais completos?

Para os clientes com pouca experiência com esse tipo de equipamento, é necessário acompanhar o processo de perto. Assim, é preciso tomar extremo cuidado com empresas que prometem um intervalo de envio mas entregam outro, como organizações que dizem entregar informações em tempo real, mas, na verdade, entregam de 3 em 3 minutos.

Os profissionais da área logística sabem que, em se tratando de veículos em movimento, 3 minutos representam uma grande diferença. Em sites como Reclame aqui, Reclamão e Denuncio é possível colher informações sobre a qualidade das empresas.

3. Não levar em consideração a tecnologia de transmissão de dados

Existem dois tipos principais de rastreadores para frotas: os que enviam via rede celular (CDMA/2G/3G) e os via radiofrequência. Por isso, antes de escolher o equipamento, você precisa saber a diferença entre as tecnologias e qual é a mais funcional para a sua empresa.

A radiofrequência tem um diferencial positivo no quesito localização, porque permite saber o ponto exato onde o veículo está localizado sem o risco de ser bloqueado por um dispositivo chamado jammer.

O aparelho é capaz de bloquear os sinais emitidos pelo rastreador de carro, impedindo que o veículo seja localizado. Em equipamentos de rastreamento que utilizam a rede de celular para emitir sinais, a posição atual pode ter uma variação de menos de 1 metro até 50 metros.

Essa precisão depende da quantidade de satélites que o módulo GPS consegue acessar para estabelecer comunicação e também da tecnologia que ele possui, como o auxílio da rede celular para tornar a triangulação ainda mais precisa. Contudo, ainda pode ser bloqueado se o jammer derrubar a rede.

No caso da tecnologia via rede celular, o diferencial positivo é o tamanho da mensagem que ela consegue enviar. Esse tipo de tecnologia permite extrair informações do veículo referentes aos seguintes aspectos:

  • Sua localização exata;
  • Registro da telemetria;
  • Acelerômetro;
  • Identificação do motorista;
  • Controle de abertura de portas de baú (no caso de frotas de carga).

Essa funcionalidade acessa os dados e realiza o seu envio para um sistema de gestão que vai tratá-los e disponibilizá-los no painel para consulta do gestor, o que facilita a otimização da gestão de frotas.

Com rastreadores via radiofrequência, isso se torna impossível, pois os arquivos que levam as informações são limitados e só fazem o envio de dados de latitude e longitude. Portanto, são funcionais para quem quer somente localizar o carro, e inviáveis para os usuários buscam aprimorar a gestão de frotas.

4. Não analisar a possibilidade de escolher entre um rastreador de carro instalado e um plugado

Já mencionamos anteriormente qual é a importância de realizar pesquisas e consultar empresas antes de decidir o tipo de equipamento a ser adquirido. Esse aspecto é relevante para garantir que todas as necessidades serão atendidas e que os resultados prometidos serão recebidos.

Por esse motivo, a escolha entre as opções de equipamentos instalados ou plugados deve ser tratada com atenção, afinal, os propósitos são diferentes.

Rastreador instalado

Em casos de roubo, esse tipo de equipamento é melhor porque demora mais para ser desabilitado e retirado do veículo.

Rastreador plugado

Apesar de ser um dos equipamentos mais vendidos no mundo para rastreamento de veículos, esse tipo de dispositivo ainda é pouco conhecido e comercializado no Brasil. Por esse motivo, em casos de roubo, é mais comum que o assaltante procure pelo rastreador de carro convencional, aquele que é instalado diretamente na parte elétrica do veículo; como ele não o encontra, acredita que o carro não tem nenhum equipamento.

Outra vantagem desse dispositivo é a função Plug & Play, que pode ser traduzida como Conecte e Use, o que traz diversos benefícios para a frota, como:

  • a sua contratação e a compra têm valores mais competitivos, porque não é preciso pagar pela instalação e desinstalação, caso decida cancelar posteriormente;
  • no caso de empresas que têm carros alugados, não é preciso realizar o pagamento de taxas de instalação e desinstalação do equipamento toda vez que a frota for renovada;
  • a produtividade da frota não cai porque não é necessário parar toda a operação logística, trazendo os motoristas de volta para a base apenas para fazer a instalação.

5. Não instalar o rastreador de carro com um especialista

No caso dos dispositivos plugados que são ligados na porta OBD do veículo, é possível que o próprio gestor os faça funcionar, já que eles são Plug & Play (Conecte e Use).

Por isso, esse tópico é específico para os dispositivos que precisam ser instalados. Só o ato de instalar qualquer equipamento na parte elétrica pode fazer você perder a garantia do veículo, além de aumentar — e muito — as chances de pane elétrica.

Quando o dispositivo não é instalado por um especialista, os riscos são ainda maiores. Uma instalação precária aumenta a possibilidade de um curto-circuito no chicote elétrico, podendo drenar a bateria do veículo ou, em casos mais extremos, causar um incêndio, expondo o motorista e o carro a um risco grave.

Antes de manusear a parte elétrica do seu veículo, lembre-se: uma vez comprometida, os danos ao carro podem ser irreparáveis. Portanto, na hora de instalar um novo equipamento, procure o suporte de um profissional confiável e experiente.

6. Não investigar se o sistema terá custos adicionais

Comprar ou contratar um serviço de rastreamento na primeira empresa pesquisada já é um grande erro. Mas pior do que isso é não levar em consideração se o sistema terá custos a mais.

Verifique sempre se a instalação do equipamento será cobrada. Muitas vezes, essa informação não é totalmente esclarecida pela empresa e pode gerar problemas no futuro, pois os termos de compra não foram completamente esclarecidos.

Como consequência, após a negociação, o gestor está sujeito a desembolsar ainda mais recursos para concluir o processo de instalação. Procure saber se a empresa oferece um pacote de serviços amplo, que tenha cobertura caso o aparelho necessite de alguma manutenção ou reparos posteriormente. Desse modo, é possível prolongar o tempo médio de vida útil do dispositivo e também a sua garantia de fábrica.

É importante checar se a empresa aluga o equipamento ou trabalha em regime de comodato. No caso de comodato, procure ter certeza se essa é realmente a prática da organização. Existem casos de empresas que dizem trabalhar no regime de comodato, mas cobram aluguel mensal pelo equipamento.

Tenha atenção também na hora de assinar os contratos de venda. Prefira fechar com organizações que não exijam períodos de fidelidade e que não cobrem multas em caso de rescisão do contrato e cancelamento do serviço.

7. Não considerar a qualidade dos componentes

Para ilustrar a relevância dos componentes utilizados na montagem dos rastreadores, vamos utilizar um aparelho de celular como exemplo. Quem nunca ficou esperando o GPS atualizar a posição do telefone até se encontrar no ponto certo para poder calcular corretamente o trajeto de volta para casa? Ou ficou procurando o sinal da antena para poder enviar uma mensagem ou completar uma ligação?

Com o avanço da tecnologia, os componentes internos do seu celular também passam por aprimoramento, tornando-os mais ágeis e precisos. Esses avanços são responsáveis por melhorar a interação com os comandos do usuário e o funcionamento do sistema.

Esse mesmo fenômeno acontece com muita frequência no mundo da tecnologia, e os rastreadores de frota não são exceção. Ter um bom módulo de GPS para garantir precisão na localização e uma boa antena para conseguir enviar os dados em um dispositivo durável e robusto vai garantir a qualidade da informação.

Assim como os celulares antigos, hardwares de rastreamento também ficam ultrapassados e devem ser atualizados para maximizar a sua capacidade de processamento. Existem aparelhos no mercado que são considerados de segunda linha e têm componentes de qualidade inferior, mas, em contrapartida, têm custos de aquisição menores. Porém, é preciso lembrar que existe uma grande diferença entre bom e barato.

O estudo da relação custo-benefício deve nortear a decisão do gestor, o que permite dar preferência para os desenvolvedores de sistemas que disponibilizam as suas ferramentas para teste de modo gratuito.

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Rastreamento de Frota

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