Fazer um planejamento financeiro na empresa é essencial para sustentar todas as práticas e setores do empreendimento, bem como para indicar a condição econômica dos seus negócios.

Ao realizá-lo é possível enxergar, com clareza, o quanto você almeja investir, faturar, gastar e lucrar, podendo, dessa forma, definir a melhor estratégia para utilizar seus recursos.

Confira abaixo 6 dicas para manter sua organização financeiramente saudável e garantir um lugar de destaque no mercado!

1. Crie cenários

Simular o quanto se pode gastar é muito mais simples do que descobrir o valor exato que irá vender no futuro. Com esse objetivo, você pode criar alguns cenários econômicos, como:

  • normal: em que sobram finanças para investir em melhorias internas;
  • de sobrevivência: no qual se gasta somente com recursos necessários para que a empresa consiga se manter atuando no mercado;
  • de sucesso: é o cenário desejado por todos, pois nele sobra capital para cobrir todas as despesas, fazer investimentos para aumentar as vendas, mantendo a corporação longe da falência.

Mudar de um cenário para outro não ocorre de repente, por isso, é preciso ser prudente ao definir as vendas. Portanto, não comece a gastar mais do que deveria só porque vendeu bem nos últimos meses, antes disso, procure atingir uma condição financeira estável.

2. Registre e monitore as operações financeiras

Ainda que você não contrate um consultor financeiro, alguns procedimentos simples já podem ajudar a preparar um bom planejamento e evitar os erros mais comuns em gestão financeira.

Para analisar a saúde financeira e ter total controle do seu dinheiro, desenvolva, com sua equipe contábil, um método de registro das contas a pagar e das contas a receber. Porém, não se acomode! Monitore todas as transações para compreender qual o estado do capital circulante.

Com isso, você terá muito mais precisão para realizar projeções das entradas e saídas de recursos da empresa, além de saber de prontidão como seu capital vem aumentando com o andamento dos negócios.

3. Corte os gastos supérfluos

Em uma organização sempre há gastos supérfluos ou pouco úteis que podem ser minimizados ou extinguidos, abrindo possibilidades de trazer muitos benefícios no futuro.

Entreviste os responsáveis pelos setores que mais gastam para descobrir quais itens devem ser substituídos por outros mais em conta ou excluídos do processo. Pode apostar que você achará muitas coisas que pareciam essenciais, mas não são.

Para melhorar sua política de cortes, crie uma tabela que contenha todos os custos, despesas e perdas da sua empresa. Assim, você saberá com exatidão o que realmente pode ser cortado e terá foco no que de fato importa para os negócios, como o aumento dos lucros e a satisfação dos clientes.

4. Estabeleça uma política de cobranças

Para que os clientes não atrasem o pagamento, não demore para enviar cobranças. Procure registrar a conta a receber no ato da venda e emita a cobrança imediatamente. Dessa forma, seu cliente terá mais tempo para efetuar o pagamento na data prevista e o controle financeiro se mantém estável, evitando a sobrecarga de emissões de boletos, por exemplo.

Caso o consumidor não pague na data prevista, não hesite em cobrá-lo, pois pode ser que ele apenas tenha se esquecido da data de vencimento da fatura. Uma boa dica para evitar isso é enviar um lembrete na véspera do vencimento e, se possível, informatize esse processo para economizar tempo.

Tenha pulso firme e não deixe de correr atrás do seu dinheiro para garantir que sua empresa continue operando. Cobrar é um direito seu!

5. Utilize um software financeiro

Um software financeiro pode mudar seu trabalho da água para o vinho em poucos dias, pois nele você pode realizar muitas atividades, como:

  • controlar o seu fluxo de caixa;
  • administrar as contas a pagar e a receber;
  • ver e criar gráficos e relatórios de resultados financeiros;
  • emitir boletos bancários, entre outros.

Além dessas vantagens, o sistema oferece acesso fácil ao histórico de gastos e ganhos da empresa. Esse mecanismo ajuda a usar a realidade financeira do passado para definir novos planos estratégicos mais assertivos.

Portanto, não atrase mais seu trabalho por causa de dados soltos ou sem controle. Reúna e registre todos eles em um software.

6. Reduza os custos com logística

Os custos com logística costumam ser o segundo maior em empresas que oferecem serviços, como instalação de ar-condicionado, manutenção de elevador e dutos de ar, por exemplo. Para você ter uma ideia, esse tipo de custo só perde para a folha de pagamentos.

A pesquisa Custos Logísticos no Brasil 2015, publicada pela Fundação Dom Cabral, apontou que cerca de 11,73% das receitas das empresas são referentes aos custos logísticos. Isso se dá por causa do alto nível de dependência de rodovias, profissionais qualificados e máquinas e equipamentos.

Empresas que realizam transportes e/ou oferecem serviços de longa distância, por rodovia, dependem do combustível (que vive subindo de preço) e efetuam pagamento de tributos interestaduais, por exemplo. Porém, é possível minimizar esses custos sem que seja preciso cortar estoques e fechar centros de distribuição de mercadorias.

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Terceirize a frota e os serviços logísticos

Se você terceirizar esses dois serviços, você consegue transformar seus custos fixos em variáveis. Isto é, os gastos com logística só surgirão quando houver demanda de produtos ou serviços.

Porém, para garantir que sua empresa não seja afetada por causa da dependência desses serviços, estruture e defina sua logística para que você não tenha dificuldades em retomá-los quando o cenário econômico melhorar.

Conheça sua operação e o que ela precisa

Dependendo do que você comercializa, suas necessidades de transporte podem variar constantemente, seja em razão de poucas vendas, seja por causa de campanhas sazonais da indústria que você trabalha, ou até por conta da variação do volume do produto.

Para não pagar um valor alto todos os meses procure conhecer e ter um maior controle da sua operação. Se você necessita de flexibilidade, feche contrato com operadoras e transportadoras que ofereçam manobras flexíveis, como o aumento ou a redução do número de entregas, bem como o volume de cargas sem que seja necessário pagar mais caro por entregas menores.

Use maneiras alternativas de entrega

Em vez de utilizar veículos grandes para efetuar entregas de menor volume, escolha carros menores, motos e bikes. Estas são alternativas excelentes que, além de agilizar as entregas, ajudam a reduzir os custos logísticos.

Utilize a tecnologia

Hoje, quase tudo pode ser automatizado e a logística se inclui nisso. Investir em sistemas específicos para o setor como por exemplo: softwares de gestão de frotasroteirizaçãorastreamento e monitoramento, é fundamental. Eles podem trazer diversos benefícios, como a redução de erros, melhoria na preparação das mercadorias, entregas antes do prazo, otimização dos processos, aumento de produtividade e redução de custos.

 

 

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2 Comentários

  1. oi gente
    muito interessante esse site, gostaria de dar os parabéns pelo excelente conteúdo.Foi muito útil para mim
    Obrigada 😉

    • Roberta Caprile Responder

      Que bom que gostou, Renata! Continue nos acompanhando. Se precisar de nós, estamos à disposição!

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