Não é de hoje que se discute a questão da logística mundo afora. No entanto, ainda há muito que melhorar nos processos, principalmente no quesito tecnologia: é preciso deixar as anotações em prancheta.  A startup de logística surge para ajudar nesse quesito.

Vivemos uma era digital em que praticamente tudo é realizado em ambiente tecnológico e repleto de inovação. O que antes era apontado manual e analogicamente, agora é acompanhado diretamente de um computador ou da tela de um celular, por exemplo.

Ao mesmo tempo, sabemos que essas atualizações e a adoção de demais ajustes podem ser complexos em qualquer área. A cada alteração, são necessários testes e mais testes. Isso pode impactar os indicadores de produção e desempenho, colocando uma operação ou toda a cadeia em risco. 

Nesse cenário é impossível imaginar como será o futuro da logística sem a participação das startups, empresas focadas em tecnologia e que trabalham intensamente no desenvolvimento de soluções e ferramentas que fazem diferença para melhoria e otimização dos processos em geral. 

Nova era? 

Entre todas as etapas de um ciclo logístico que podem ser monitoradas por meio do um computador, tablet, celular, entre outros, surge o rastreamento de cargas e veículos. Isso, graças aos novos formatos de gestão logística oferecidos no mercado e com a força das startups.

Por exemplo, a confirmação de uma entrega pode ocorrer assim que a encomenda chegar ao destino e não depois de alguns dias, após a informação ser apontada em uma planilha ou sistema. Houve uma grande mudança da década de 1990 para os dias de hoje. 

Ainda assim, estamos caminhando lentamente no rastreamento de veículos na América Latina, uma vez que, dos 30 milhões de veículos somados, apenas 4% têm algum tipo de conexão que possibilite o monitoramento online, enquanto nos EUA é possível saber a movimentação de 50% da frota.  

Inovar não significa somente trocar os móveis e equipamentos da empresa ou atualizar a frota com veículos novos com alta capacidade e que ofereçam economia no combustível, controle de quilometragem etc. Inovação hoje é investir principalmente em tecnologia ou na contratação de serviços especializados oferecidos por uma startup de logística que traz soluções para melhor gestão do negócio e que ofereçam clareza nas informações. Isso certamente resultará também em redução de custos e geração de receita. 

O futuro da logística?

As startups já estão caminhando para nos dizer como isso tudo será nos próximos anos. A boa e velha prancheta e as pilhas de relatórios impressos darão espaço para dispositivos cada vez menores e com capacidade de mapear toda a cadeia logística, desde da fabricação do produto até a chegada ao seu destino. Vivemos a era digital e na Logística não será diferente. 

O grande desafio ainda está no segmento de transportes, principalmente nas operações de entrega alinhadas com os novos hábitos da população, que já se rendeu à compra online.

O executivo Cláudio Alvadjian alerta que as empresas devem entender a relevância da tecnologia na gestão dos negócios: “Ficar atento às movimentações no segmento, como por exemplo, o crescimento das marketplaces, e desenvolver soluções específicas para as necessidades delas é essencial. Trata-se de algo vital para a sobrevivência de empresas que mantém o modelo logístico comum”, destaca ele, que é presidente Movetogo, empresa que presta serviços de coleta e entrega de remessas para pessoas físicas e jurídicas. 

Atuação das Startups 

Dados da Startupbase, da Associação Brasileira de Logística — que conta com mais de 12.700 startups associadas — apontam perfil das empresas existentes hoje no Brasil. Segundo levantamento da entidade, o mapa está dividido em 70,7% dedicadas ao modelo de negócio Software as a Service (SAAS), que desenvolvem soluções que podem ser acessadas via celular, tablet ou computador, ou seja, remotamente e tendo como foco no público B2B (ou seja, de empresa para empresa). A Cobli, como uma startup de logística, se encaixa nessa definição.

Outros 16,9% se dedicam a desenvolver soluções para marketplace para B2B2C (empresa para empresa que foca em clientes finais, 3,2% delas trabalham para melhorias no e-commerce (tanto para empresas quanto para clientes finais) e 9,2% se dedicam para outros segmentos. 

A equipe Cobli está focada em desenvolver tecnologias para melhor desempenho de empresas que atuam em atividades operacionais envolvendo processos logísticos ou de transporte. Para isso, a empresa oferece soluções que têm como objetivo a otimização dos serviços de entrega e demais benefícios para atividades realizadas em campo.

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