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Ao longo dos últimos cinco anos, a Cobli vem coletando dados de mais de 1 bilhão de quilômetros dirigidos sobre a forma como a mobilidade comercial impacta o trânsito nas cidades.

Através da análise de incidentes como frenagens, acelerações e excessos de velocidade, foi possível consolidar neste estudo um panorama mais amplo das regiões de maior e menor risco para trafegar no Brasil com o objetivo de construirmos juntos cidades mais seguras para todos.

Foram analisados mais de 400 milhões de dados – entre janeiro e abril deste ano – compilados de mais de 5 mil motoristas que possuem os dispositivos da empresa acoplado em seus veículos. O resultado pode ser acessado por meio de um heatmap disponível no site https://transitoseguro.cobli.co.

Abaixo os principais dados do estudo:

– A cada 500 carros que transitam por São Paulo, por ano, um se envolve em um acidente. No Rio de Janeiro, por exemplo, o risco é praticamente o dobro, com um acidente a cada 300 carros por ano;

– Já na Marginal Tietê, que liga a Zona Leste de São Paulo à Zona Oeste, um a cada 25 veículos chegou a 125km/h, 40% acima do limite permitido que é de até 90km/h;

– Na Rodovia dos Imigrantes, por exemplo, um a cada quatro veículos, realizou ao menos uma frenagem média (desaceleração de até 5 km/h em 1 segundo) e 4% dos carros realizaram uma frenagem grave (desaceleração de até 6,5 km/h em 1 segundo);

– Um a cada 20 motoristas que transitou pela Rodovia dos Imigrantes, chegou a 155 km/h (a velocidade permitida varia, de acordo com o trecho, de 80 km/h a 120 km/h, sendo que os trechos de serra possuem o menor limite). Já na Rodovia Anchieta, por exemplo, o número de condutores que chegaram a essa velocidade cai para um a cada 100 carros. Apesar disso, a via Anchieta tem duas vezes mais curvas perigosas do que na Imigrantes;

– No trecho conhecido como “curva da morte” na Mogi-Bertioga, pelo alto número de acidentes, 43% dos motoristas analisados fizeram curvas rápidas;

– Na rodovia Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte, um a cada 10 dos condutores chegou a uma velocidade de 155 km/h (a velocidade permitida na via varia, de acordo com o trecho, de 100 km/h a 110 km/h. Nos trechos de serra, o limite de velocidade é de 80 km/h);

“Entender o risco por região permite com que os motoristas se preparem melhor e que as cidades atuem mais focadas nas principais oportunidades de melhoria”, afirma Rodrigo Mourad, sócio da startup.

 

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Monitoramento de Frota

badge primary e1563977884304 - Risco de acidentes veiculares é o dobro no RJ do que em SP. Compare as cidades brasileiras:
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