A empresa já está bem organizada, tem uma linha de produção azeitada e distribui de forma eficiente seus produtos. Mas surge a oportunidade de expandir a operação – e não são poucos os empresários que desistem só ao pensar no custo de erguer um novo galpão para organizar a logística, com custos como achar o terreno ideal, fazer a obra e colocar tudo para rodar. Mas para tudo há jeito: nos últimos anos, começou a se popularizar aqui no Brasil o aluguel de galpões logísticos. Neste texto, você vai entender o que é um galpão logístico, porque alugar um pode ser uma boa ideia e ver como este setor está crescendo por aqui, sendo utilizado por grandes empresas. 

O que é um galpão logístico? 

Um galpão logístico é um espaço onde a empresa organiza a sua logística – isto é, armazena produtos em estoque e otimiza sua distribuição, tentando, por exemplo, ficar mais próximo do consumidor. Ele é diferente de um galpão industrial, um espaço que pode ser contratado, por exemplo, para expandir ou capilarizar a produção. 

Nos últimos tempos, cada vez mais empresas têm se aproximado da ideia de alugar galpões logísticos, próximos aos grandes centros urbanos, por conta da pouca distância e da alta demanda do consumidor em receber os produtos rapidamente (em especial, o que faz compras pelo comércio eletrônico). É simples de entender: em vez de ter apenas um grande galpão no interior do Brasil, pode ser mais fácil alugar pequenos espaços próximos às capitais para entregar os produtos de forma mais rápida e eficaz. 

Quais são as vantagens de se alugar um galpão logístico? 

São inúmeras as vantagens de se alugar um galpão logístico. A primeira é o baixo investimento inicial: em vez de construir (e esperar a obra ser concluída), uma empresa que fecha um contrato desse tipo precisa apenas pagar o aluguel mensal e os gastos com a documentação inicial –uma diferença de velocidade que pode ser comparada à ideia de construir uma casa ou simplesmente alugar um apartamento. A rapidez desse tipo de negócio também permite que as empresas expandam suas operações mais rapidamente e tenham flexibilidade para alterar o tamanho de seu espaço – se as vendas sobem, é mais fácil requisitar isso em um galpão logístico do que “construir um puxadinho”, não é mesmo? 

Outro benefício evidente é a possibilidade de se contar com a estrutura adequada – veteranas no mercado, as empresas que alugam galpões logísticos podem ajudar a sua companhia com o melhor projeto de armazenamento do estoque e escoamento das cargas, indicando boas práticas do mercado. A localização próxima tanto de grandes centros quanto de rodovias estratégicas também é um benefício – em São Paulo, por exemplo, muitos galpões ficam na região de Cajamar e Barueri, perto das rodovias Anhanguera-Bandeirantes, Castello Branco e Raposo Tavares. É algo importante: estar perto das rodovias permite acesso fácil pelo interior do Brasil, enquanto a proximidade dos grandes centros pode capilarizar entregas em veículos menores, mais adequado ao trânsito das grandes cidades. Não é à toa que, por isso, os galpões logísticos trazem uma redução relevante nos custos operacionais de qualquer empresa. 

Crescimento do setor de galpões logísticos

Há um círculo virtuoso no que diz respeito ao segmento de galpões logísticos: quanto mais os brasileiros consomem pela internet, mais este setor também cresce, uma vez que a demanda de um puxa a demanda do outro. Segundo estimativas feitas a partir de dados da consultoria JLL, o Brasil tem hoje mais de 40 milhões de metros quadrados de galpões logísticos. Outra consultoria, a CBRE, estima que 1,4 milhão de metros quadrados de galpões logísticos sejam construídos todos os anos no País. Ao todo, o Brasil tem mais de 600 espaços do tipo, sendo que mais da metade deles (cerca de 350) fica em São Paulo, ainda segundo a CBRE. 

Não é à toa: nos últimos anos, a despeito da crise econômica, o comércio eletrônico tem registrado altas de dois dígitos – em 2018, esse mercado faturou R$ 53,2 bilhões, com crescimento de 11% com relação ao ano anterior, segundo estimativas da consultoria Ebit/Nielsen. 

Até por isso mesmo, as grandes varejistas (online e offline) são alguns dos principais clientes de galpões logísticos. Só na região da grande São Paulo, por exemplo, empresas como as alemãs Luft e DHL, bem como a brasileira GLP Brasil, administram galpões logísticos de marcas como Amazon, MercadoLivre e Grupo Pão de Açúcar, por exemplo. São parcerias que precisam ser bem azeitadas, mas funcionam bem: normalmente, as grandes marcas trazem as demandas e o conhecimento de vendas, bem como novas tecnologias, enquanto cabe às empresas que fazem e administram esses galpões colocar a mão na massa.

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