Há muitas dúvidas ainda sobre qual forma de rastreio será mais eficaz para a gestão do negócio e que também “caiba no bolso”. Melhor optar por um rastreamento via satélite ou internet? Qual o mais preciso? Na verdade, os dois são eficientes e têm suas particularidades. Além da questão “custo x benefício”, há também a questão do perfil da empresa, tipos de cargas a serem transportadas, demandas, entre outros tópicos. Vamos entender primeiro como funcionam essas tecnologias? Assim podemos compreender melhor suas particularidades

Antes de tudo, é importante registrar aqui informações sobre uma sigla muito conhecida para quem lida com sistemas de busca em geral: GPS. O nome vem do inglês e, traduzindo, significa Sistema de Posicionamento Global. Ele é bastante aplicado em localização, rastreamento e monitoramento de veículos, entre outros usos.

GPS é um modo de posicionamento que depende da triangulação de vários satélites em órbita. Todos os rastreadores possuem um circuito interno que faz a captação desses sinais e apontam uma localização atualizada de um veículo, por exemplo.  O que isso quer dizer? Significa que cada vez que um satélite enviar um sinal para a Terra é possível obter a localização exata de algo que esteja conectado ao sistema, mesmo fora de zonas urbanas ou desprovidas de sinal para a utilização de um celular, por exemplo.

A partir da identificação de localização de um carro, moto ou ônibus, os dados são enviados para um servidor da internet (a “nuvem”) de maneiras diversas, entre elas, via telefonia celular (GPS/internet) ou por satélite. Então, a primeira diferença que podemos apontar entre rastreamento por satélite ou internet é a forma de captação de sinais e transmissão das informações precisas sobre a situação ou posicionamento de um veículo.

Funcionalidades nos sistemas de rastreamento veicular

No rastreamento realizado por uma rede convencional, o dispositivo é conectado à rede de telefonia celular, por meio das próprias operadoras, que são responsáveis por instalar e manter as estações “rádio base” aquelas antenas enormes que vemos em alguns pontos das cidades. Logo, caso não haja uma dessas torres em algum ponto da rota a ser seguida pelo veículo, o envio de dados por meio de captação de sinais só irá ocorrer ou retomar quando uma estrutura dessa for identificada. Com isso, as informações não chegarão no dispositivo em tempo real. O usuário receberá os dados assim que passar por uma área com cobertura de sinal.

Já no envio por satélite, caso o veículo esteja no meio de uma floresta ou região onde o sinal de internet pode sofrer interferências, o rastreador enviará os dados, assim que “reconhecer” o satélite receptor. Ele, por sua vez, reenviará os dados para algum ponto da Terra, até as informações chegarem na “nuvem”.

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Rastreando todas as coisas

Atualmente, praticamente tudo pode ser rastreado. Desde um caminhão transportando cargas, uma moto levando uma  pizza e mesmo os carros que são solicitados via aplicativo. O público não encontra mais dificuldades para a instalação de um dispositivo que realiza acompanhamento de sua carga, performance do motorista, gerenciamento de combustível, tempo, caminho percorrido, entre outros. Para uma moto, ônibus ou carros de passeio, a complexidade ou até mesmo o valor de investimento na solução vai depender da necessidade de controle ou tipo de carga a ser transportada ou seja, para cada um deles haverá um formato de serviços possível.  

Para quem busca redução nos custos, o rastreamento via rede celular é uma ótima opção. É mais acessível, principalmente para quem possui pequenos e médios negócios, e ainda é possível disponibilizar informações, como relatórios de análises, de acordo com a necessidade de cada um. É quase uma customização de produto.

Mesmo tendo funcionalidades bem parecidas, o rastreamento por satélite, consideravelmente mais caro, geralmente é adotado por grandes empresas que transportam bens de alto valor agregado. Ainda assim, isso não anula a eficácia do sistema via internet, que tem sido o mais usado por empresas que prezam pela gestão de suas frotas e qualidade na entrega.

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Custo x Benefício

Os dois sistemas cumprem suas funções, as diferenças aparecem na hora de calcular o custo-benefício para o seu negócio.

Como vivemos na era dos serviços digitais, tudo o que adquirimos acaba pendendo para questões tecnológicas, o que torna dispositivos como celulares e tablets ferramentas de trabalho. Na rotinas de gestão de frotas não é diferente. Com a ajuda desses aparelhos, serviços de rastreamento ficam cada vez mais acessíveis para os empreendedores, que podem instalar (plugar) facilmente um rastreador em seu veículo.

Um ponto importante sobre o rastreamento por satélite é a questão do custo por dado enviado, que é muito mais alto do que via internet. Rodrigo Midea, engenheiro de hardware da Cobli, aponta que os valores podem chegar a ser pelo menos duas mil vezes mais caros. Por esse motivo,  esse tipo de rastreamento costuma ser aplicado no caso de transporte de cargas de altíssimo valor. Afinal, não vale a pena pagar menos pela carga do que por seu rastreamento.

As soluções via satélite também enviam as informações com intervalo maior – o tempo entre as transmissões pode chegar a horas. Já pela rede celular, é possível transmitir localização a cada cinco segundos.

É claro que, em áreas sem antenas de operadoras, o envio de dados por rede celular pode falhar. Isso não tornaria possível o recebimento das informações a todo momento (vale lembrar que não há perda de dados, somente atraso momentâneo em soluções mais avançadas). Porém, como hoje em dia o sinal de telefonia móvel está presente em praticamente todas as regiões por onde circulam caminhões, carros ou motos, esse tipo de ocorrência não é frequente.

Já no caso do rastreador por satélite, se houver qualquer problema relacionado ao clima, como um dia nublado,  a circulação de dados para o satélite será mais difícil.

Por tudo isso, o rastreamento por GPS e rede celular tem sido o indicado para atender as necessidades de empresas que precisam de acompanhamento em tempo real e custo-benefício favorável, considerando nessa conta a compra de equipamentos e dispositivos.

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